quinta-feira, 5 de abril de 2012
Abandonar uma religião pode fazer mal à saúde
Uma universidade na Pensilvânia (EUA), Penn State, fez uma pesquisa para descobrir se o fim dos laços religiosos de uma pessoa influencia sua saúde. A partir de análises de grupo, descobriram que o número de “desconvertidos” que relatavam estar com ótima saúde era metade do que entre aqueles que seguiam com a fé.
Para o estudo, analisaram 30.523 casos de pessoas que seguiam determinada fé, coletados de 1972 a 2006. Destes, mais de 10.000 mudaram para outra religião e mais de 2000 simplesmente passaram a não ter religião alguma. Dentre os indivíduos pesquisados, a taxa dos que referiam “saúde excelente”, no grupo dos religiosos convictos, era 40%. Entre aqueles que haviam trocado de religião, o índice ficou em 25%. E aqueles que abandonaram os cultos tinham apenas 20% de incidência de ótima saúde.
Além disso, foi constatada a seguinte relação: quanto mais estrito e fechado é o grupo religioso, a saúde tende a ser melhor. A teoria para isso é a intolerância de tais grupos religiosos a vícios como o álcool e o fumo, por exemplo. Além disso, o fato de pertencer a um grupo que lhe dê conforto psicológico melhora seu estado emocional, o que melhora a saúde.
Por outro lado, sair de determinada comunidade pode dar, de início, uma sensação de deslocamento social do qual se fazia parte, aumentando o desconforto. Sem falar no estresse que essa decisão pode ocasionar devido à possível incompreensão de amigos e parentes quanto á decisão de abandonar uma seita.
Mas os pesquisadores explicam que às vezes acontece o caminho contrário. A pessoa não teve a saúde piorada porque abandonou a religião, e sim deixou o culto (que exige presenças frequentes em cultos e estudos, especialmente no caso das mais estritas) devido a alguma doença, por exemplo.
Fonte: http://hypescience.com/abandonar-uma-religiao-pode-fazer-mal-a-saude/
quarta-feira, 4 de abril de 2012
As emoções e o seu desempenho
As emoções são processos bioquímicos que acontecem no cérebro. Elas devem ser expressas de forma positiva se não podem gerar problemas psicossomáticos, barrar o crescimento na vida profissional e afetar relacionamentos. Toda emoção tem seu lado funcional, mesmo o medo ou a raiva, quando canalizada apropriadamente. O importante é que cada um aprenda a monitorar suas emoções, causadas por pensamentos ou estímulos externos, mantendo o equilíbrio entre racional e emocional. O medo ou a ansiedade, por exemplo, em pequenas doses, podem lhe ajudar a não se arriscar demais num negócio ou fazer com que você se planeje e se prepare para enfrentar uma situação. Ou seja, as emoções também podem ser como molas propulsoras para enfrentar desafios.
Fonte: http://ismabr.blogspot.com.br/2010/03/as-emocoes-e-o-seu-desempenho.html
Imagem: Corbis
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Vacinação contra gripe comum e suína começa em 5 de maio
Doses utilizam três cepas do vírus que mais circularam no país em 2011
A campanha nacional de vacinação contra a gripe sazonal ou gripe comum será feita entre os dias 5 e 25 de maio. A vacina utiliza as três cepas de vírus que mais circularam no país no ano anterior e, de acordo com o Ministério da Saúde, vai imunizar também contra a influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína.
O público-alvo da campanha inclui idosos (a partir de 60 anos), população indígena, crianças com idade a partir de 6 meses e menores de 2 anos, grávidas em qualquer período de gestação e profissionais de saúde. As informações são da Agência Brasil.
Dados do ministério indicam que, no ano passado, cerca de 25 milhões de pessoas foram vacinadas contra a gripe sazonal. Em 2011, assim como este ano, quem recebeu a vacina também ficou imunizado contra a gripe suína.
Confira o calendário do Minitério da saúde:
Campanha contra a Influenza entre 05 e 25 de maio. Dia “D”: 05 de maio/
Campanha de Poliomielite entre dias 16 de junho e 06 de julho. Dia “D”: 16 de junho/
Campanha de multivacinação: entre 18 e 24 de agosto. Dia “D”: 18 de agosto/
Campanha contra a raiva: O governo federal distribui a vacina em todo o Brasil e as campanhas de vacinação em animais são organizadas pelos Estados e municípios de acordo com a necessidade.
Fonte: SIS Saúde/ G1 / Ministério da Saúde
Imagem: Corbis
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